terça-feira, 10 de abril de 2007

The final round...

Cá estou eu de novo. Vá, digam lá: "bolas, que este sujeito tem tendência para ser chato nos feriados e dias úteis, chatinho vá lá, ok...é seco". É o primeiro dia de aulas do 3º Período e parece que já sinto o cheiro dos oito manuais escolares que vou ter de vasculhar atentamente nas semanas que antecedem a realização dos exames nacionais...
Tal como todos os alunos do 11º ano (bem, quase todos...), estou a entrar na final round - a etapa final de dois anos de esforço e trabalho...dois anos que serão avaliados numa semana, através de dois exames... Mas que raios?! - Faltam aproximadamente dois meses para os exames e eu já estou aqui a chilrear sobre isto...
Prosseguindo... A páscoa lá passou... Confesso que não ligo muito a esta época festiva. É sempre bonito e tal, acreditar que Jesus Cristo ressuscitou e voltou à Terra para proteger os fiéis... Contudo, pergunto-me: o que é que os ovos, as amêndoas e os coelhos têm que ver com a ressurreição? (WTH?! - eu sei a resposta...fiz um trabalho sobre a Páscoa aqui há uns anos, mas pronto, é só para ver o que é que vocês dizem...).

terça-feira, 3 de abril de 2007

Quem vem e atravessa o rio...

O título de hoje reflecte o motivo pelo qual só hoje voltei a escrever aqui... Ausentei-me por uns dias, é verdade, e devo confessar que foram uns dias que tão cedo não escaparão do meu complexo hipotálamo-hipófise. Bem, mas vou deixar-me de lamechices e passar ao que realmente interessa. Passei estes últimos sete dias na invicta, no grandioso Porto! Não pensem que estou maluco porque não, não estou. Quando me referia ao grandioso Porto, tencionava focar única e exclusivamente a cidade nortenha e não o clube local (como podem constatar, as minhas doses consideráveis de sarcasmo e ironia permanecem no auge).
Nestes últimos tempos, apesar de se terem erguido enormes nuvens cinzentas (a culpa é do S. Pedro; a chuva não ajudou em nada...), pude aperceber-me que a cidade do Porto continua a ser fascinante. Não foi a primeira vez que o visitei, nem será certamente a última...
Próximo dos ambientes de outras cidades europeias, o Porto apresenta-se como um grande centro urbano onde não falta a baixa, em que centenas de pessoas se deslocam diariamente e alguns monumentos arquitectónicos como a torre dos clérigos onde pombos exaustos, páram para descansar e deixar a sua marca. Conhecendo-as por experiência própria, saliento ainda as intermináveis ruas que vão dar ao mercado do Bolhão e a majestosa ponte D. Luís que se estende sobre o Douro, junto à Serra do Pilar.
Tive ainda a fantástica oportunidade de caminhar nos largos passeios da Avenida dos Aliados onde, curiosamente, não havia festa dos adeptos do Futebol Clube do Porto (oops...).
E foram assim estes dias, carregados de paz tripeira e de simpatia nortenha... Adorei!
Claro que Lisboa é sempre Lisboa, mas...viva o Porto, carago!

quinta-feira, 22 de março de 2007

Jeff Buckley - Hallelujah



Acho que ninguém deve morrer sem dar uma vista de olhos, ou uma escuta de ouvidos melhor dizendo, a algumas músicas deste grande músico alternativo dos anos 90, portanto deixo-vos aqui uma das suas melhores interpretações, sendo a música da autoria de Leonard Cohen:

Well I've heard there was a secret chord
That David played, and he pleased the Lord
But you don't really care for music, do you?
Well, it goes like this, the fourth, the fifth
The minor fall and the major lift
The baffled king composing hallelujah
Hallelujah, hallelujah
Hallelujah, hallelujah

Well your faith was strong, but you needed proof
You saw her bathing on the roof
Her beauty in the moonlight overthrew you
And she tied you to her kitchen chair
And she broke your throne, and she cut your hair
And from your lips you drew the hallelujah
Hallelujah, hallelujah
Hallelujah, hallelujah

Well baby I've been here before
I've seen this room and I've walked this floor, you know,
I used to live alone before I knew you
And I've seen your flag on the marble arch
And love is not a victory march
It's a cold, it's a broken hallelujah
Hallelujah, hallelujah
Hallelujah, hallelujah

Well there was a time when you let me know
What's really going on below
But now you never show that to me, do you?
I remember when I moved in you
And the Holy Dove was moving too
And every breath we drew was hallelujah
Hallelujah, hallelujah
Hallelujah, hallelujah

Maybe there is a God above
But all I've ever learned from love
Was how to shoot somebody who outdrew you
And it's not a cry that you hear at night
It's not somebody who's seen the light
It's a cold and it's a broken hallelujah

Hallelujah, hallelujah
Hallelujah, hallelujah,
Hallelujah, hallelujah
Hallelujah, hallelujah
Hallelujah, hallelujah
Hallelujah, hallelujah
Hallelujah.

quarta-feira, 21 de março de 2007

Eça e a Primavera: o pior e o melhor do dia...

Hoje é dia 21 de Março! Ou seja, isto significa duas coisas: por um lado, começou a primavera; por outro, faltam dois dias para o término das actividades lectivas! Há coisas fantásticas, não há?! Há, pois... E uma delas é eu estar aqui com estas conversas de engomar cueca que pouco ou nada contribuem para a felicidade de ninguém...

Hoje apercebi-me que a minha interpretação literária já não é o que era e a culpa é de um senhor (sim, senhor com «s» minúsculo) de seu nome, Eça de Queirós! Sim, do Eça! Devido a ele, tive a pior nota da minha vida a Português! Ele que me venha agora com falinhas mansas a dizer que também era impressionista, que eu conto-lhe como é que elas mordem... Raios partam o homem...eu todo entusiasmado porque me tinha apercebido que a linguagem do nosso blog (impressionismo literário, claro...) tinha sido plagiada por um escritor português famoso e afinal... Enfim... Aquele Eça era um "ganda" filho de Deus... Só aquela lente no olho direito para dar uma de intelectual irrita um Santo...

Claro que me estou a referir ironicamente a este senhor porque ele no fundo (mas muito lá no fundo, lá para as veias cavas, por aí...) até era um sujeito simpático, daqueles sujeitos que a gente diz "eh pa e tal, sim senhor...". Mas, pronto, só para dizer que não perdes pela demora!

quinta-feira, 15 de março de 2007

Dúvida, certeza e ciência...

«Penso, logo existo.» - Descartes

Desde há muito que me apercebo que na vida, não há certezas. Pelo que tenho percebido nas aulas de filosofia (através dos longos monólogos, harmoniosamente combinados com o sotaque beirão com que António Oliveira profere as suas palavras), Descartes não partilha da minha opinião... Ele entendia que para podermos duvidar ou sonhar, teríamos necessariamente de existir. Até a esse ponto, dou-lhe a mão à palmatória. Contudo, ele concebia a dúvida como um método construtivo, ou seja, a dúvida devia ser utilizada com o intuito de criar a ciência moderna, onde a dúvida dá lugar à certeza absoluta. Tudo isto para dizer que, até certo ponto, a dúvida comanda a vida.
O que seria uma vida sem a dúvida? - Seria, sem dúvida, monótona (lá está: sem dúvida, repararam no trocadilho?! - ok, não...).

O que seria a vida sem aquela dúvida matinal sobre se o nosso pequeno-almoço será chocapic ou corn-flakes? Ou, até mesmo, o que seria a vida sem a dúvida persistente sobre qual será a tragédia que a TVI vai noticiar desta vez, uma morte por atropelamento ou o caso de uma mulher desesperada que matou o marido à machadada? - Bem, acho que já perceberam aonde quero chegar... É realmente a dúvida que controla as nossas emoções, os nossos estados de espírito e que faz com que cada um de nós sonhe e construa o seu ideal de vida. Viver é duvidar, viver é sonhar...

Permitam-me agora lançar um facto que se aproxima a largos passos de se concretizar e do qual não há qualquer dúvida:
«Fim das aulas, logo férias.»

Perdoem-me os apreciadores do acto do conhecimento, que todos os dias acordam com um sorriso na face por se aperceberem que mais uma manhã de aulas se avizinha, mas... morria se não dissesse isto...

terça-feira, 6 de março de 2007

...


E assim vivem milhões de pessoas...

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

A eterna camaradagem...

Parece que a catwoman e a joaninha se sentiram desprezadas ao se aperceberem que no meu post anterior apenas refiro os seus disfarces, nada mais. Pois bem, neste momento os vossos nomes artísticos já surgiram por duas vezes na minha escrita... Tendo em conta, que normalmente não repito o assunto das minhas produções literárias, considerem-se previligiadas por serem parte integrante de tal ocorrência.
O que tenho a dizer resume-se em três palavras: ...não há palavras. É com extremo agrado e natural subserviência que venho comunicar que Jesus Cristo (aquele indivíduo que, segundo Ricardo Araújo Pereira, morreu por nós, é o nosso salvador, é o Senhor...) encontrou, finalmente, a sua Maria Madalena. É um facto. Lamento apenas que essa Maria Madalena só agora tenha terminado a sua metamorfose. Passar de joaninha a companheira de Jesus num só dia não deve ser tarefa fácil... Mas também nunca ninguém disse que esta relação simbiótica a que alguns gostam de chamar "amor" era uma circunstância simples... (estou a tentar alargar-me neste parágrafo para me preparar mentalmente para escrever o próximo...enfim, efeitos do consumo de caril oriental).
Por fim e já anunciada anteriormente, a catwoman. Devo confessar que necessitei de respirar bem fundo para começar a escrever este parágrafo... A pressão a que me submeto diariamente ao conviver com esta pessoa é enorme... Só para terem uma breve ideia do que acontece comigo todos os dias antes de ir para as aulas, basta dizer-vos que, de manhã, bebo um chá de cidreira e tomo 2 comprimidos valdispert (para quem se sente a apanhar do oxigénio, do dióxido de carbono e do azoto, ou seja, a apanhar do ar, informo que o valdispert é um calmante). Por isso, não é de estranhar que às 8 da manhã aparente alguma "nobreza de carácter". Provavelmente, nos dias de maior "ressaca" se me perguntarem se considero mais fiável uma táctica 4x4x2 ou 4x3x3, eu responderia certamente: "as fatias limiano são cortadas directamente da bola tradicional. E isso faz toda a diferença". Tudo isto para dizer que conviver diariamente com Ana (oops...) Sofia Vasconcelos, por mais que seja um trauma pessoal, é gratificante na medida em que sabemos que temos sempre alguém por perto em quem confiar e disponível para nos chamar "mongo" nos feriados e dias úteis, afirmar que não temos piada ou que pura e simplesmente, a irritamos. Agora, vamos ao lado bom da situação... Peço desculpa, encontro-me há precisamente 29 minutos, 3 segundos e 2 milésimos, a tentar encontrar um lado positivo, mas não consigo...
P.S.: Sei que, muito provavelmente, após estas minhas últimas palavras, a irritação de alguém atingiu o maior valor dos últimos dois meses, tendo em conta que no último semestre de 2006, esse valor só vinha sendo registado após a pronúncia de uma palavra tão simples e banal como: "pudica"; ou expressões como "respeitem o docente".
Sem mais nada a dizer, despeço-me com um beijo para as minhas duas queridas colegas e que me perdoem pelo meu poder de crítica sarcástica (sem fundamento, diga-se de passagem...), mas achei que era engraçado fazer uma caricatura descritiva de ambas! Ah, ah! Admiro-vos moderadamente (para não dizer "gosto-vos", não acho fofo...)!*

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Cowboyada do costume...

De manhã quando me dirigia para a escola, deparei-me com a cowboyada do costume nesta época... Ah, esperem lá, será pelo facto de eu ter exibido o meu traje de cowboy?! Talvez...
Pelo caminho, encontrei Jesus Cristo em carne e osso (com a sua túnica branca sublimemente bordada, as suas manhosas barbas pretas e o seu natural cajado), a equipa médica do hospital dos labregos (médica, enfermeira e médica cirurgiã), uma joaninha, uma abelha, umas fadas, a catwoman, uns travestis e uns senhores de fatinho e gravata, está claro...
Depois deste momento extremamente engraçado, lá fomos todos para a sala de aula, fazer o teste parcial de matemática...pensávamos nós... - "Olhem, vou propor-vos uma coisa: este teste fica sem efeito e adiamos para a próxima sexta. Este fica como treino." - lá soltou a professora (isto depois de já ter gasto, em vão, duas folhas de teste, sim...porque inicialmente o teste era mesmo para entregar hoje...). Perante este facto, o que dizer desta situação?! A stôra só pode estar a gozar...deve ser mais uma partida de carnaval - pensei eu... Afinal, estava mesmo enganado...enfim...
Ao almoço, pizza, claro! A seguir, a minha primeira actuação pública no campo guitarrístico (acompanhado pelo fascista)...até que não correu mal. Podia ter sido atingido por toneladas de tomate, afinal, foram só 14...Ok, estou a ser dramático...influências do "Frei Luís de Sousa"...
Parecendo que não, foi um dia engraçado, este...

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Matemática da China...

Quarta-feira, 8h10 da manhã. Como sempre, matemática ao primeiro tempo... Pedi para ir ao quadro resolver uma inequação fraccionária do trabalho de casa.
Resultado: forte contestação da parte dos meus colegas porque (alegadamente) a minha caligrafia no quadro é de tamanho reduzido... Eis que me viro para a professora e demonstro, de forma explícita, a minha indignação: - "'Tá a ver stôra, estão todos a resmungar!".
Qual não é o meu espanto quando ouço a sua magnífica resposta que passo a citar: - "O que é isso comparado com a população da China?!".
Realmente, nada...

sábado, 3 de fevereiro de 2007

É linda, não é?!

Ao fim de mais de um mês de namoro secreto, resolvemos assumir a nossa relação! É esta a minha menina! Não é loira, nem morena, é azul metalizada!
Por enquanto chama-se apenas squier, mas, calma... Num destes dias do meu futuro risonho e tremendamente positivo (para não dizer mesmo, óptimo e moderadamente agradável), dar-lhe-ei um nome...
Não se remoam, saberão tudo a seu devido tempo.
O que interessa é que estamos os dois muito felizes!
Para calar as bocas do mundo (e tudo mais...) , desejo-vos um "bom natal cheio de amor" [...].

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

A essência da alcachofra...

Olá! Cá estamos, não é?... Pois é. Ter teste de português dá nisto... Linguagem cara, moralismos baratos e tal...

Bem, mas deixando as introduções de lado, passemos às alcachofras... As alcachofras são, na minha perspectiva, as plantas mais humildes que o homem conheceu até aos dia de hoje... Alimentam-se por fotossíntese (como todas as plantas), sem ter que "comer" ninguém, nem passar por cima de ninguém...
Algumas possuem espinhos, é verdade...mas, também, quem não os possui? - Todos nós utilizamos os nossos espinhos quando é preciso (picar...). Felizmente, na maioria das vezes, deixamos esses espinhos de lado e expomos a nossa beleza natural, tal como as alcachofras...
Claro que há sempre excepções...existem sempre algumas que só descansam quando tiverem injectado todos os seus espinhos em alguém...mas é assim, é a vida...
Uns nascem para brilhar, outros nascem para ver os outros brilhar...

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

Velhos tempos...

Algumas pérolas dos grandes tempos da banda Guns N' Roses:

Sweet Child O´Mine (Toquio 1992)



My Michelle (Nova York 1988)



Rocket Queen (Tokyo 1992)




Godfather Theme (Tokyo 1992)




Patience (St. Louis 1991)



Dont Cry (Tokyo 1991)

Bush em todo o seu explendor...

Não é novidade para ninguém que George W. Bush é notável, não só pela posição que ocupa na presidência dos EUA, como também pelas suas recorrentes "gaffes". Começo a desconfiar de que as frases de Bush são estratégia de marketing. E se assim não for, não está mal pensado...
Aqui ficam algumas das relíquias do chamado "Buschismo":
  • "Os nossos inimigos são inovadores e imaginativos, tal como nós. Eles nunca deixam de pensar sobre novas formas de prejudicar o nosso país e o nosso povo. Nós também não."
  • "Quero agradecer ao meu amigo, o senador Bill Frist, por estar aqui hoje. Ele casou-se com uma rapariga do Texas. Karyn está hoje connosco, é uma rapariga do Texas Ocidental, tal como eu."
  • "Sinto-me honrado em apertar a mão a um corajoso cidadão iraquiano cuja mão foi amputada por Saddam Hussein."
  • "Vocês são livres. E a liberdade é bonita. Mas vai levar algum tempo para restaurar o caos e a ordem..."
  • "Penso que a guerra é um sítio perigoso."
  • "Sei no que acredito. Vou continuar a conjugar aquilo em que acredito com aquilo em que acredito. Acredito que aquilo em que acredito está certo."
  • "Como é nosso dever, passamos muito tempo a falar sobre África. África é uma nação que sofre de uma doença inacreditável."
  • "Não respondo a nenhuma pergunta: nem em francês, nem em inglês, nem em mexicano."
  • "Penso que estamos de acordo, o passado acabou."

in 24 horas

domingo, 14 de janeiro de 2007

Sentimentos cheios de reciprocidade

Amor é aquele sentimento que tanto nos pode fazer extremamente felizes e contentes e tudo mais, como nos pode fazer ficar com uns grandes chifres...Eu sei, e não é o que dizem por aí, (citação já varias vezes usada - "Não sei, é o que dizem por aí!...") porque já por lá passei...é uma situação deveras complicada.
Tenho um amigo na mesma situação (ficou com uns grandes chifres), mas está a conseguir sair da fossa...Enfim, é o "pão nosso de cada dia" da vida.
Agora falo por mim, que estou magnificamente bem com a vida, o amor é a melhor sensação que alguma vez possa ser experimentada. Há quem fale em drogas e tal, mas a mim não me apanham nessa. Fico-me mesmo só pelo amor. Estou feliz! E a quem devo toda esta felicidade? A uma rapariga chamada Vitória, que me faz todos os dias a pessoa mais feliz do mundo, e segundo ela, vice-versa. Achei importante referir isto...

domingo, 7 de janeiro de 2007

Isto há com cada uma...

"Salta-me para cima!" - são expressões como esta que mancham um dia de uma pessoa que até a esse momento era igual a tantos outros...e talvez marque a vida dessa pessoa para sempre... Pronto, estou a ser irónico...mas só um bocadinho... Enfim...
Uma pessoa a tentar executar o pino com honestidade até que chega uma colega e exclama convictamente estas barbaridades...