domingo, 19 de abril de 2009
Tentativa de conversa
Por
Zeca, o miúdo impressionista...
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terça-feira, 14 de abril de 2009
Tributo à vida
Não é preciso entender minimamente inglês para perceber que não há impossíveis.
Por
Tiago Pereira
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Categoria: Pensamentos
quinta-feira, 26 de março de 2009
Porque é que...?
Porque é que tudo me acontece contigo?
Porque é que fico alucinado?
Porque é que fico puto à beira do perigo,
Se sou maior e vacinado?
(...)
Por
Tiago Pereira
Às
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Categoria: Invocações
sexta-feira, 20 de março de 2009
"Livro do Desassossego"
Bernardo Soares
Pensamentos fragmentados, de expressão complexa, simples ideia, invadiram, de rompante, a minha cabeça.
Mas criemos com ousadia. Ousemos agora esboçar, por hipótese, que o mundo pode não ser, por instantes, aquilo que num Sonho ideal seria o oásis da vida, da paz sem sangue, da felicidade sem limites, da depressão invisível, da tristeza efémera. De forma fácil e estupidamente infame, chegamos à conclusão que há, porém, quem exista simplesmente por existir e encontre na existência, no ser, a sua única forma de assumir presença, esteja onde estiver.
Em tempo e espaço definido pelos nossos contornos, bastarão dois pés assentes no chão para viver?
Não. Viver é também existir. Existir não é viver.
Por
Tiago Pereira
Às
23:49
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Categoria: Invocações, Pensamentos
segunda-feira, 16 de março de 2009
Horizonte
Somos feitos pelo que queremos, não só pelo que conseguimos.
E eu quero conseguir.
Por
Tiago Pereira
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21:57
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Categoria: Prosa
domingo, 8 de março de 2009
O post que começa pela palavra "não"
Será que alguém se apercebe da frequência com que o povo português emprega esta pequena palavra de 3 letras apenas acompanhada por um sempre amigável til, no meio das suas frases quotidianas? A negatividade deste povo é incrível, roçando mesmo o exagero...
Vejamos o seguinte caso: estão dois amigos, um deles encontra-se a comer bolachas, daquela marca que não vou referir, mas que começa por "O" e acaba em "O" com um "R" e um "E" pelo meio, e entretanto, o outro, que não se encontra a comer essas tais bolachas, mas apenas a observar o outro, pergunta "Vais me arranjar um pitz dessas bolachas, não vais?" (reparem que eu pus um sempre animado "pitz", para dar alguma jovialidade à conversa).
E depois há sempre o caso do meu instrutor de código que no final de cada frase, faz questão de fechar com chave de ouro, usando a expressão "não é?", o que acaba por ser um excelente modo de prender a atenção da plateia... até ao ponto em que cada vez que ouvimos estas duas palavras, o som que estas produzem assemelha-se aquele que um porco emite aquando da sua matança.
Para terminar, digo-vos desde já, que este post foi fraquinho, e há que dizer isto com frontalidade, mas antes isto que nada, não é?
Por
Pedro Oliveira
Às
01:28
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Categoria: Pensamentos
segunda-feira, 2 de março de 2009
No Line on the Horizon
Por
Tiago Pereira
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20:21
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Categoria: Invocações
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Em busca da Neve
Apenas um bocadinho do que eu vivi nestes FANTÁSTICOS dias.
Por
Tiago Pereira
Às
01:07
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Categoria: Pensamentos
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Esfera Transparente - IX
E que algum é mais que um pouco,
Mas será este pouco de nada
O que me falta para não ser louco?
Ou será este pouco de nada
O mísero pedaço de vida
Que me falta na caminhada
Ao céu da felicidade inatingida?
Sei que o céu é muito mais
Que o pouco que me falta.
Mas será esse céu um dos tais
Que nos leva à ribalta?
Ou será o pouco de nada
Afinal um muito de pouco
Que tornará adoçada
Esta minha cabeça de coco?
Sei que o pouco que não tenho
O tudo para mim significa.
Mas bastará simples engenho
Para vencer sua genica?
Ou estará na conquista
De incerta deusa peralta
Aquilo que me dista
Deste pouco que me falta?
Por
Tiago Pereira
Às
00:30
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Categoria: «Esfera Transparente», Poesia
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Eu estou aqui (já dizia o Abrunhosa)

Por
Tiago Pereira
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02:10
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Categoria: Pensamentos
sábado, 10 de janeiro de 2009
Há quanto tempo!
Por
Tiago Pereira
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Categoria: Pensamentos
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Querido Pai Natal, eu quero...
E chegámos mais recheados... Como certamente devem ter reparado, temos há pouco tempo mais um indivíduo que diz que impressiona. Vamos lá ver se impressiona tanto na escrita como o faz (e em bom tom) ali para os lados da Engenharia Civil na Alameda D. Afonso Henriques. Desejo-te a melhor sorte colega, nesta grande aventura que é manter os padrões do «impressionismo» literário neste canto.
Um Feliz Natal.
Por
Tiago Pereira
Às
22:00
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Categoria: Pensamentos
sábado, 13 de dezembro de 2008
Eu, Camões, Portugal e as Gentes
Sou novo aqui, mas vim para ficar e prometo deliciar-vos com "updates" impressionistas de qualidade 7 estrelas tipo Burj al Arab Hotel!
Como primeira mensagem importante, gostaria de vos deixar aqui a reflectir um bocadinho sobre o país em que vivemos...
E tudo isto a partir de quê? Sim! De uma versão simplex dos Lusíadas modernos. Trata-se então de uma divagação que poderia ter sido feita por qualquer outro Português que se preocupe minimamente com o estado do país, isto é, um fragmento quase objectivamente nulo.
Metacognitivamente, torna-se visível que a nível semântico e poético, a dimensão dos Lusíadas é paradoxalmente... blábláblá.
Poderia escrever aqui um manual aplicado da magnífica Língua Portuguesa / Português, e logo de seguida teria que fazer também uma nova versão que estivesse de acordo com o acordo ortográfico que desdignifica o país! Passemos, no entanto, ao que interessa...

Ó povo Português
Navegando pelos mares
Os Portugueses se ousaram
Passando todos os patamares
Que para trás o empurraram
Fosse ou não por dinheiros
Até mesmo de tenra idade
Os nossos valentes marinheiros
Enfrentaram a tempestade
Numas barcas se montaram
Simples, frágeis e de pau
Mas todos os cabos dobraram
Com cruz vermelha em vela e nau
Não existe bandeira feita
Que seja a ainda mais vistosa
Porque a nossa foi eleita
P’ra ser a mais majestosa
Ó povo Português!
Que ainda hoje te orgulhas
Das descobertas que talvez
Possam voltar a ser futuras
Outras terras descobriste
Com orgulho Nacional
Mas ainda não te inquiriste
Sobre o teu próprio Portugal
Navegaste todas as águas
E ainda hoje sorris
Deixa então passar as mágoas
E redescobre o teu país!
Por
Pedro II, o nato impressionista...
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01:04
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Categoria: Poesia
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Cuidado com os futuros advogados...
Por
Anónimo
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20:10
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domingo, 30 de novembro de 2008
Gota de água
Por
Tiago Pereira
Às
00:18
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Categoria: Poesia







